sexta-feira, janeiro 26, 2007

Studio line...

Desceram uma, duas, três, quatro, cinco loiras consecutivamente.
E eu até pensei que aquilo não fosse um ônibus, e sim uma fábrica ambulante da Loreal despejando.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Programão

É de se esperar que o calor de hoje estique-se até amanhã. Assim, teremos um belo feriadão de praia. Pena que milhões de paulistanos também estejam pensando o mesmo.

Acho que o melhor vai ser ficar em casa e ligar o ventilador.

terça-feira, janeiro 23, 2007

Quanta bobagem

Este post abaixo, além de ridículo, foi o verdadeiro "faça o que eu digo, não faça o que eu faço"!!!

Poemas

Para escrever um poema decente, não se preocupe com nada. Deixe as palavras mandarem. Não force a barra, a não ser que elas peçam. Geralmente, as palavras se encaixam como bem entendem.
Numa primeira olhada, o resultado pode não ser lindo. Mas, não se preocupe. Pois, se for bonito de verdade, o poema vai vencer e dobrar todo mundo, até você.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Versos íntimos

Este poema tá muito perto do que considero bom na vida e na arte, ou vice-versa e tudo mais.

OS JUSTOS

Um homem que cultiva seu jardim, como queria Voltaire.
O que agradece que na terra haja música.
O que descobre com prazer uma etimologia.
Dois empregados que num café do Sur jogam um silencioso xadrez.
O ceramista que premedita uma cor e uma forma.
O tipógrafo que compõe bem esta página, que talvez não lhe agrade.
Uma mulher e um homem que lêem os tercetos finais de certo canto.
O que acaricia um animal adormecido.
O que justifica ou quer justificar um mal que lhe fizeram.
O que agradece que na terra haja Stevenson.
O que prefere que os outros tenham razão.
Essas pessoas, que se ignoram, estão salvando o mundo.

- Jorge Luis Borges

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Superquestionamentos

Mas, o que eu mais queria ver mesmo é o Superman de Frank Miller.
Todo mundo zoa o Superman. Até eu tirei sarro dele uns posts atrás. É o certinho, o bonzinho, o bobinho, o defensor da América, o que passa gel no cabelo, o apaixonado, o fiel, bom filho, bom marido - o bom menino, em suma.
Aí é que tá. Como seria uma HQ do Superman feita pelo cara que mais escrachou o heroi? Quem leu DK1 ou DK2 (principalmente DK1) sabe como é. O velho Miller conseguiria dar um novo punch ao herói (como vez com o Batman), ou acabaria de enterrar o kriptoniano?

Para o alto e avante!

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Dúvidas quadrinhísticas

Por falar em Mauricio de Sousa e turma da Monica, nunca entendi por que a cor do céu nas historinhas varia tanto de um quadrinho para o outro...

terça-feira, janeiro 16, 2007

Pequenos sonhos quadrinhísticos

. graphic novel do Laerte;
. graphic novel do Samuel Casal;
. graphic novel do Antonio Eder;
. Superman, por Frank Miller;
. Mauricio de Sousa dando crédito aos artistas e roteiristas no começo de cada história;
. mais HQs de super-herói como Arqueiro Verde: A Queda;
. menos luxo, mais qualidade;
. menos livrarias, mais bancas;
. menos graphic novels, mais gibis;
. menos arte, menos roteiro, mais quadrinhos!

segunda-feira, janeiro 15, 2007

O buraco de Pinheiros

Eu imagino um buraco se abrindo, de repente, em frente a minha casa. O chão tremeria, o barulho ensurdeceria, as pessoas gritariam. As redondezas seriam tomadas por centenas de jornalistas, policiais, bombeiros, cavadores, desentupidores, políticos. Gente estranha, para onde foram os vizinhos? Minha rua, tão sossegada, tornar-se-ia palco de transmissões ao vivo. Minha rua, onde passo todo dia, estaria dentro da goela dum gigante. Minha rua, tão vazia, ficaria conhecida.

E eu, quando me pussesse a pensar nos desarranjos desta vida, iria olhar da janela o chão de minha rua, já tampado, já bonito, e sussuraria: "cuidado por onde pisas".

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Na verdade...

Na verdade, o fundo preto do Eita Peste! não é mais um preto totalmente preto, e sim um preto temperado com partículas ínfimas de vinho - a cor, não a bebida.

Não dá nem pra perceber, mas, não tem problema.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Moda 2007

"Espíritos do mal, transformem esta forma decadente em Mmmmmuuuuummmmrrrrrráaaaaaaa, o de vida eternaaaaaaaaa!"

Não quero ser Mummrá, nem tenho amizade com espíritos malígnos, muito menos pretendo viver pra sempre. Mas, tranformar coisas em coisas, isso é bom!

Taí o novo visual do Eita Peste!, meus quiridus: cada vez mais preto, por ter letras cada vez mais brancas.