segunda-feira, outubro 30, 2006

Superamigos

Super-Homem encontrou o Batman pendurado no alto dum edifício. Então, resolveu dar uma parada e jogar conversa fora.
- E aí, Batman? Tudo tranqüilo?
- Silêncio, homem! Estou trabalhando.
Super-Homem olhou para baixo. Uma guria caminhava num beco, sozinha. Pouco a frente, três caras esperavam o momento preciso.
- Temos que fazer alguma coisa, Batman! Eles vão atacá-la! Temos que deter esses bandidos!
- Já atacaram?
- Não...
- Então, não são bandidos.
Super-Homem voltou a olhar a cena. A moça cumprimentou os três. Eram velhos amigos. Esperavam-na para entrar na balada.
- Que droga, Batman! Como sou precipitado!
Batman, porém, já não estava mais lá. Saíra na surdina. Super-Homem, sem mais ter o que fazer, levantou vôo e foi-se embora para casa, encontrar Lois Lane.

***
Moral da história: Todo mundo, um dia, esculhamba o Super... Chegou a minha vez! Hohoho!

Achei!

Achei o CD, mesmo não tendo arrumado nada.

E o Barba ganhou, o Careca se ferrou e o Brasil vai voltar a ter um médico por pelo menos quatro anos, já que nada mais sobra para o Geraldones fazer. Ou sobra?

O que perdi agora foi meu título de eleitor... Onde será que enfiei esta inutilidade?

sexta-feira, outubro 27, 2006

Aaaaahhh

Puta que pariu, Batman!

Acho que perdi meu CD do Midnight Oil!!!
Já tá passando da hora de arrumar a casa.

Pé direito

Já acordou atrasado, num pulo só e, estranhamente, de bom humor?
Pois é... às vezes acontece.

Feriadão está chegando e isso não é nada mal.

segunda-feira, outubro 16, 2006

Oktoberfest 2006

Depois de quatro dias no sul curtindo os top hits da Alemanha, estamos de volta à terra da garoa. Pensando na festa, a conclusão é a de que a Oktoberfest divide-se em duas metades antagônicas.
A parte boa é a da verdadeira "festa estranha com gente esquisita": loiros e loiras muito brancos e altos, com trajes típicos engraçados, fazendo umas dancinhas divertidas, ao som de músicas pra lá de pitorescas. Você chega, acha tudo muito figurinha e cai na onda. Lá tava eu e toda minha turma erguendo o caneco e saudando sabe-se Deus o quê, pois, de alemão ich spreche gerade wenig. Quinta-feira foi assim, e foi demais.
A parte ruim é a dos turistas desesperados por álcool e mulher que tomam conta da festa, alastram-se feito vírus e contaminam toda aquela inocência que os blumenauenses passam quando vestem seus trajes de época. Sexta e, principalmente sábado, uma multidão pagante invade os pavilhões. Paulistas, cariocas, paraibanos, gente de todo canto, chapada até cair no chão, espreme-se. Meia hora para andar cem metros. Meia hora para pegar um chopp. Mais que isso para ir ao banheiro. Eu, desisti, parei à escadaria de uma lojinha e lá fiquei, de braços cruzados, olhando o aglomerado um tantinho mais de cima. Longe do espreme-espreme, do agarra-agarra, a festa até ficou mais gostosa. Mesmo assim, aquele que que eu tô fazendo aqui bateu e eu quase voltei para casa cantando Creep.
Blumenau e sua pacatice valeram a pena quando postas em contraste com São Paulo e sua azucrinação. Porém, a Blumenau de sábado quase matou a de quinta. Esta, contudo, foi tão boa, tão divertida, que este caipira sentiu-se no aconchego e, ao menos por um dia, tornou-se um verdadeiro alemão da Baviera.
Ano que vem volto ou não volto? Sim!, mas só de segunda à quinta.

quarta-feira, outubro 11, 2006

Reclamations

Se tem um horário ruim no dia é este que vai das duas, duas e meia, às quatro, quatro e pouco. Todo peso do dia que já foi e todo o peso do dia que lá vem caem simultaneamente e, putz!, como é difícil.

Fora o sono da noite mal dormida, fora as coisas de ontem que ainda não desenrolaram, mais as de amanhã que já perturbam a cabeça... Eita nóis...

terça-feira, outubro 10, 2006

Ditado do degustador perdido

"O que não é procura, é provação".

D.C.

Entra escândalo, sai escândalo, não importa. Ela continua fazendo pose em plena Avenida Sumaré. E só de calcinha.

sexta-feira, outubro 06, 2006

Pela rua

É bom sair na muvuca e ver milhares de rostos passarem e não se incomodar com isso. Deixe que eles passem. Não lhes interrompa o caminho. Para onde vão e de onde vêm não importa. Decifrar cada uma das expressões é besteira. Assim como esforçar-se para entender a razão de tão diferentes caras.
Olhe e só. E siga e seja feliz, assim, sem pensar em nada. O pensamento fala demais e a percepção é que é o bom silêncio.

segunda-feira, outubro 02, 2006

02/10

Parabéns, meu pai... Mais meio século de vida pra você!

...

Sinto cada dia que o grande barato é o fugaz. Passou, acabou. De volta ao zero, ao nunca mais. Porém, a arte, o amor - a vida, em si - pretendem o eterno, aquilo que está fora do tempo, do espaço - da dor - enfim. Que saco. Isso sim é que nos faz sofrer!
Bom é o que é, mas já está se indo; o que não prende, só resvala; o que não vive, revive.