terça-feira, novembro 28, 2006

sexta-feira, novembro 24, 2006

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Mas, se Jesus Cristo pregasse a escritores ao invés de pecadores, certamente diria:
"Atirai a primeira pedra quem nunca fez uma frase de efeito".

Se bem que Ele mesmo tem várias e nem escritor é.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Ditado do leitor que lia um livro assombrado (melhorado)

"Frases de efeito são um horror!"

Ditado do leitor que lia um livro assombrado

"Frases de efeito me assustam!"



* "Um dia Matisse ressucita e troca a palheta do mundo" --> que frase mais PIMBA! Vai dormir com o bode!

Cores e cores

Certas combinações de cores só ficam boas quando quem as faz é bom.
Estamos há um mês do Natal e as ruas já estão pra lá de enfeitadas. Se na Copa do Mundo ninguém achava medonho sair todo verde amarelo pelas ruas, no Natal é a mesma coisa em relação ao verde e ao vermelho.
Sempre o verde... Seria perseguição minha? É que o verde não é frio, nem quente, nem neutro. Por isso, verde só fica bom com preto, com branco ou verde mesmo. Verde é verde e pronto. Se bem que, na verdade, o verde é amarelo + azul. Assim, a camiseta do Palmeiras é igual a do Boca Júniors!
Eu perdi o fio da meada e da razão, pois, pensando bem, gosto bastante da camiseta da Austrália, que inspirou a camiseta dos Beltranos - e ambas são verdes com detalhes amarelos.
Então, o que tanto me incomoda quando vejo essas combinações de cores estampando as ruas? Acho que é o cinza que as cerca. O cinza fode com tudo.
Um dia Matisse ressucita e troca a palheta do mundo.

Bom mesmo é comprar na feira!

Meu querido, se você está em São Paulo, dê uma passada na USP, dirija-se ao prédio do pessoal de Geografia e História e participe da 8ª Feira da USP!
Participe, no caso, significa "compre". Aproveite, tem lá mais de cem editoras, vendendo a 50% de desconto - ou mais! Já viu isso? Eu só vi lá.

Além do quê, se você é um cara formado e sente saudade dos "velhos tempos", trata-se de uma bela oportunidade. Na feira você vai cruzar com todas aquelas figurinhas típicas duma universidade pública: os velhos hipongas vendendo Caros Amigos, os novos hipinhos falando ao celular, moças de saia rodada e brincos de casca de árvore, seres com toquinhas de tricô em pleno calor de 30º, professores malucos que ainda acreditam na revolução, barbudos, barbudas e, de vez em quando, um playboy perdido no meio de tudo isso! Ê saudade da UELON (como diria minha apostila do Objetivo a respeito da lendária Universidade Estadual de Londrina)!

Veja bem, eu comprei cinco livros e gastei 54 reais!... Dois dos livros que comprei pagei dois reais! É mais barato que sebo!

Passa lá, meu... Passa lá que eu agarantcho.

quinta-feira, novembro 16, 2006

Londrina

Fim de semana passado estive em Londrina. Fazia um ano e meio que não voltava para lá. Cheguei às seis da manhã e estava tudo muito vazio: rodoviária, terminal de ônibus, ruas e avenidas. Mesmo para Londrina, era calma demais... O dia todo esta impressão permaneceu. Parecia domingo.
Deu vontade de ficar. Mas, voltei.
Em homenagem à cidade e inspirado num livro que li a um tempo, fiz o poeminha:
Londrina
Suas ruas
não têm curvas.
Mas, quando têm,
estou no centro.